avalio-te o termo, poeta!
se tua minguante for vadia
faço do teu corpo piso da semente.
se teu olho brotar miséria
digo tua mão insana, tua peste incandescente.

sobra-te, visível, um astro navegado,
roupa de pele sutil, claro fantasma.

a abóbada do olho cabe revista
e a resenha do dente nasce da secura.




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